Fragmento nº 4

Se uma imagem vale mais que mil palavras, porquê não alguns minutos não valeriam mais que mil horas?

 

O clima era de tensão. Cavaleiros em formação junto ao portão principal com suas montarias e lanças, prontos para partir se fosse esta a ordem. Vários soldados da guarda real , e também alguns comerciantes e parte da população aguardavam no pátio.

Esperavam que a porta da sacada dos aposentos reais se abrisse e fosse dada a senteça.

Eis que as pesadas portas de carvalho , esculpidas com ornamentos de rosas se abre.

De dentro delas surge a rainha. Envolta num manto azul marinho de veludo, com bordados e franjas pesadas douradas. Uma túnica cinza e uma maquiagem típica de sua cultura, com arabescos nas laterais da face e algumas pequenas contas de safira enfeitavam sua fronte. E por fim a imponente coroa das três torres marcavam seus longos cabelos castanhos.

Logo em seguida seu arauto anuncia:

– A Rainha decidiu tomar parte na guerra!

 

O que antes era tensão se tornou em festa. Todos comemoravam. Sem nenhum esforço a rainha começou a flutuar sob a sacada , e a percorrer o telhado do castelo sem toca-los com os pés. Enquanto isso olhava ternamente para seu povo.

Suas vestes esvoaçavam suavemente como a fumaça de que sobe de uma vela recém apagada.

Diante dessa visão uma das crianças que ali estavam, sem deixar de tirar os olhos da mulher, perguntou a um adulto ao seu lado:

– Se vamos para a guerra ,porquê estão todos tão contentes?

O homem respondeu-lhe cheio de sapiência em sua voz:

– Quando a rainha toma parte na guerra, é ai que ela acaba.

 

Imagem

 

Amor? O que é isso?

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Amor no dicionário Michaelis: Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. Na Filosofia: Tendência da alma para se apegar aos objetos. No ditado popular: Amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas. Mas enfim o que é o amor, assunto discutido amplamente tanto nas conversas de bar, ou nas grande expressões da arte, como na musica, pintura e literatura. Em um mundo que discute o amor, e que as pessoas em sua juventude cada vez mais desejam, mas como ter algo que nem se entende? Que não tem definição prática e que muitas vezes como definição formal é a ausência total de sentimentos? Para espelhar isso e como se vê hoje, temos que analisar as diferentes visões, o que existe acerca do amor, ou o que o amor significa para nós hoje. E para isso não basta analisar apenas os poetas, aqueles que mistificam esse amor, vivendo o platonismo, é preciso também ver aqueles que colocam este sentimento em um patamar concreto trazendo até a realidade exemplos do que quem sabe pode ser o amor.

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Cidadão Marx EXPRESS – 2012 ainda não acabou.

Enquanto a coluna Cidadão Marx se dedica a filmes de longa metragem, ela vai ganhar duas outras sub-colunas. Na Cidadão Marx EXTRA, eu vou sempre lidar com séries de TV e animes, enquanto na EXPRESS eu vou estar comentando as notícias e os filmes que ainda estão por vir.

Foi os Vingadores. Foi o Batman. Foi Homens de Preto 3. Foi até Anjos da Lei (melhor comédia do ano e ponto). Mas o ano de 2012 já acabou no cinema? Não. Ainda vão rolar grandes obras no cinema. E eu vou fazer um mini-guia do que EU estou esperando.

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Mais que um Livro – Um compêndio de saber

Você costuma voltar para um lugar onde você é tratado mal? Normalmente não, nós humanos temos dificuldades em aceitar a recusa ao que somos. O Alfa é assim, um local onde você se sente bem, pode não ser o local onde se encontram hoje os melhores professores de cursinho, mas se hoje alguém me desse a oportunidade de estudar em outros cursinhos, provavelmente eu diria não, o alfa se tornou um pouco minha casa, e pela segunda vez lá estou para tentar a aprovação no vestibular. Se lá é uma casa, como funciona essa casa e o que essa casa tem a ver com o livro que seguro nessa foto?

Bem, para os que não sabem eu retornei aos cursinhos, a dura vida de estudar para algo que parece tão distante, o vestibular, distante e enevoado porque cada prova é uma chance e até mesmo a unanimidades, os alunos em que todos acreditam as vezes não passam, e muitas vezes encontramos em nós uma decepção maior do que a deles, uma decepção comum de irmão que vê o fracasso do mais velho e se desanima, mas o importante é continuar, e caçar seu nome na lista e pular de alegria caso ele esteja lá.

O grande problema é que sozinhos somos inertes, então a quem fica a missão de nos guiar? Aos Tios e as Tias, é assim que aprendemos quando crianças, e nesse contexto de família seria errado usar este termo? Claro que não, os professores, os tios, as tias, e até mesmo a Tia Rose Valcíneia, eles nos formam, nos constroem, e é dessa união que nasce esse livro união de nove Professores, entre eles seis com que estudo (Barreto, Samuel, Clazão, Toddynho, André e Porfírio).

Queria contar uma história para vocês, não sobre o livro, sobre os esforços do Samuel para escrevé-lo os méritos dele ao reunir uma equipe gigante e maravilhosa, a visita dele ao LHC, ou ainda fazer uma crítica do livro, até porque eu ainda não o li, comprei hoje tá cheirando novo e autrográfado.

Foi em 2009, eu estava cursando pela primeira vez o cursinho, e eu jurava que não ia passar nem da primeira fase da UFPR por causa de duas provas, matemática e fisica, e nas quintas-feiras eu me desesperava porque se formavam filas gigantes, e não se conseguia tirar dúvida com ele. E o que ele fazia? Dava dez e meia da noite, o professor fechava sua pasta e ia embora, certo? Não esse cara ficava e tirava todas as minhas dúvidas e não só as minhas a de todos ali presentes, não quero colocar este cara em um pedestal, mas quero tentar mostrar o quanto ele ama fazer isso que ele quer fazer através desse livro ensinar, ele é a prova viva do amor pela docência, um cara que chora ao ser reconhecido por seus alunos, um exemplo vivo.

Acho que nunca falei isso para ele, mas ele mudou meu conceito, antes sempre via este ato, a docência como loucura e hoje mesmo em busca de uma profissão diferente da docência, penso em ministrar aula, seja qual for a área de minha formação, como jornalista posso sim dar algumas aulas, e ainda posso também atingir o mestrado ou doutorado na docência do ensino superior.

Enfim, para concluir quero dizer, que foi nesta casa, que também é minha casa, que foi lançado no dia dezoito de agosto de dois mil e doze, o livro Antigas Invenções Modernas Explicações que mais do que um livro, é um compêndio de saber, um livro feito por docentes, para alunos, ou ainda porque não de docentes para docentes? Uma campanha para contribuir com essa busca incessante que temos para as velhas respostas de tantos porquês com ainda conteudos inéditos no Brasil sobre o LHC, contribuição da professora da UNESP Maria Cristina Abdalla.

 

Cidadão Marx EXTRA – Há uma cidade lá fora.

Saindo completamente do lugar comum, não vou falar hoje no Cidadão Marx de um filme. Vou falar de um anime.

durarara

Colegiais, cientistas e garçons super fortes.

Mas calma. Não corra agora. Posso apostar com você que não gosta de animes que Durarara não é um anime como qualquer outro que você já viu. E se você nunca viu um desenho animado japonês, talvez essa seja a porta de entrada perfeita. Dobra a página comigo.

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Mais do que Eeek – Quer ser um escritor comece com um Blog.

Para começar, essa coluna é algo de eu para mim, talvez a frase anterior tenha um tom de errada, e talvez os gramáticos estejam certos em me corrigir, mas quem conhece o mundo da escrita sabe que nem sempre estes seguem as normas gramaticais e é por essa liberdade que eu e o Rafa começamos este blog. Essa é uma coluna onde vou falar sobre a construção do que eu e ele chamamos de Neofagismo. E a qual as vezes o Rafa vai entrar no meio do meu texto e também dar seus pitacos, pois bem depois da linha pontilhada do continuar lendo vocês vão entender um pouco desse mundo louco, do qual fazem parte um estudante de Engenharia Mecânica e um Aspirante (Vestibulando) a jornalista.

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Fragmento nº 3

Outro fato sobre os sonhos, é que alguns podem ser sonhados de olhos abertos.

“Tem uma cerveja aqui com seu nome e sobrenome. Se quiser sabe onde me encontrar. Beijo”. Pensou duas vezes ainda antes de enviar a mensagem. Se ajeitou na cadeira , suspirou, passou a mão pelos longos cabelos castanhos até que num impulso resolveu apertar o botão do celular. Sozinha ali fitava as mesas e as pessoas ao seu redor. Gostava de fazer de conta que ninguém percebia sua presença e observava os outros bohêmios tentando imaginar o que falavam, como eram,  o que pensavam. Era assim que gostava de esvaziar a cabeça, que ultimamente andava muito turbulenta.

– Vai sua idiota! Deve ter feito papel de a desesperada carente novamente – pensou.

Aprontava-se para pedir a conta quando alguém parou a sua frente. Movimentava-se veludosamente. No alto de sua timidez, um par de olhos melancólicos que ele sabia quais efeitos desencadeavam nela.

Por alguns segundos, talvez pela surpresa , ela o enxergou como se flutuasse.

– Sente-se! – falou indicando uma cadeira em frente a ela. – Achei sua cerveja perdida por aqui e resolvi te avisar. Completou com um sorriso.

– Que bom que você estava por perto pra resgata-la! – quase sussurrou com uma daquelas risadinhas de canto da boca.

– Mas então me conte, quais as novidades? Não foi só pela boa ação com a pobre garrafa que você me chamou aqui foi?

– Você sabe das coisas não é mesmo? – disse tentando fixamente acertar aqueles olhos por trás das lentes de vidro que tanto a fascinavam. – Pois bem, queria que além da cerveja você me acompanhasse numa dose de sinceridades.

– Sinceridades?

– Sim. Sinceridade é uma fruta que anda meio fora de época ultimamente. Mas sei que você tem algumas e não me negaria.- falou enchendo o copo dele.

– Realmente – tomou um gole – pode ser que eu de algumas a você. Pois bem, peça-as e verei o que posso te oferecer. – e ficou alerta esperando as próximas palavras dela com bastante curiosidade.

Entreabriu os lábios como se ensaiando o que falar. Fechou. Olhou o vazio.

– Só estou sentindo falta de que sejam verdadeiros comigo. Estou saturada de me dizerem coisas,fazerem outras. E você sabe bem que eu não mudo. Eu na maioria das vezes acredito.

– Sim.

– Só que, você é diferente. Eu sei que não conversamos muito sobre essas coisas, mas sei que o pouco que fala é sincero. Também nunca me iludiu. Talvez por essa sua sinceridade, mesmo eu sabendo que não receberia de você mais que algumas noites, acabei me deixando envolver mais do que deveria. Mas eu sempre soube disso. E nunca te pedi nada além.

Ele começou a notar alguns filetes prateados nos  olhos dela. Mas preferiu não comentar. Talvez pela primeira vez aqueles olhos frios demostraram um pouco de compaixão.

– Prossiga . Disse ele calmamente num tom que chegava a ser consolador.

– O que você realmente acha de mim? Como pessoa. Quem sou eu? Não me leve a mal. Desculpe se estou parecendo uma perturbarda…

– Calma! – Fez um gesto com a cabeça como quem indica ‘não se preocupe’. – Mas antes que eu diga qualquer coisa… Me responda primeiro. Ele não conseguiu te dar uma resposta satisfatória? Afinal , vocês já tem um tempo juntos.

– Pois bem, – suspirou – Sabe quando você percebe que as palavras são ocas e ensaiadas? Bem por ai.

– Entendo.

Ele a olhava. Apertava os lábios e olhava o chão. Voltava ao rosto dela. Depois de alguns minutos assim , ela percebeu que as palavras estavam trancadas na garganta dele e sali não iriam sair mesmo ele querendo. Não era culpa dele . Talvez dos remédios de tarja preta. Ela não quis força-lo nem constrange-lo mais. Sabia de suas dificuldades.

 

– Desculpa. – disse ela com lágrimas nos olhos e um sorriso no rosto, livrando-o da obrigação de dizer alguma coisa.

 

Como alguém que estava submerso e volta a superficie ele respirou aliviado. Ainda um pouco nervoso, balançando freneticamente uma das pernas e com as mãos geladas, mas aliviado. Sorriu sem graça.

– Vem cá – ele indicou que colocasse a cadeira próxima a dele.

Ela se ajeitou.

Abraçou-a e cuidadosamente aconchegou a cabeça dela no seu ombro. Com uma mão acariciava os cabelos dela, com a outra esvaziava aquela que levava seu nome.

E ficaram assim, ele olhando o nada , e ela encarando o chão. Até que cada um tomou seu rumo, e o que se passou ali ficou no ar da madrugada.

Diário de um Nerd Ilhado – Evento Cosplay de Umuarama

Lovat distrito de Umuarama, 23 de Julho de 2012

Eu nasci num recanto feliz, bem distante da povoação Geek dos grandes centros, mas isso não foi impedimento para eu viver sempre próximo do mundo Nerd, não me lembro bem quando as coisas começaram a mudar, tá eu nunca joguei bola, nunca fui lá muito “normal”, mas acho que meus gostos começaram a mudar em 1998 quando ganhei meu primeiro videogame, foi meu pai que me deu, mas cara meu maior desejo mesmo nessa época era um computador eu com já seis anos já tinha esse fácinio por tudo que era tecnologia, e no ano seguinte ganhei o meu primeiro livro significativo, Harry Potter e a Pedra Filosofal, esses dois fatos mudaram minha vida.

A partir dai eu não era mais apenas um garoto morador de Umuarama, eu era o que hoje eu chamo de um Protonerd, ia criando meus próprios gostos, e escolhi principalmente o caminho da leitura, comecei pela série Vagalume, principalmente pelos livros relacionados a mistério e suspense, entre os livros da Agatha Cristie também aprendi a apreciar Conan Doyle o escritor brasileiro Marcos Rey, sem contar as horas intermináveis assistindo filme com a minha mãe, que na época já tinha ficado doente, e que um pouco depois em 2004 faleceria do Vírus HIV, mas deixando em mim um bucado de senso crítico e um amor pela leitura, música e poesia.

Voltando a minha história, não culpo o fato de ser Nerd pelo meu afastamento e o Bullyng que eu sofri durante a escola, mas sempre me senti deslocado, meio louco e com um sentimento incrível de que eu não era normal. Estudei segui minha vida, cultivando meu amor por essas coisas que só eu gostava, a internet foi um consolo foi lá que conheci pessoas semelhantes a mim. Uma das primeira foi a Ana Luisa, e toda a galera da ASM RPG, culminando mais tarde no 1º Evento da ASM, com a Ana Paula, o Pedro e tantos outros. Fui para Curitiba, e mais tarde fui para lá cursar C. Biológicas na UFPR, morei com alguns Nerds, conheci outros na faculdade, meu mundo era NERD, mas sempre senti esse apego por minha cidade natal um desejo de que as pessoas por aqui também fossem como eu, ou achar as pessoas que assim como eu gostassem de Anime, Videogames, Filmes, Música, HQ e acima de tudo com quem eu pudesse conversar sobre isso.

Foi neste sábado, dia 21 de Julho de 2012  que bem eu me senti menos ilhado:

Um evento na minha cidade, um sonho que eu nunca pensei em realizar mas que graças a sete loucos, Dyego, Kira, Anna Paula, Nana, Gabriel Dadalto, Vitor e Gustavo Cardoso.

Esse loucos aqui:

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Meus sentimentos durante o evento não foram de forma alguma de inveja, embora eu tenha sentido um tiquinho disso antes, mas ao chegar lá e ver a organização percebi, eu jamais conseguiria ter realizado o que esse sete fizeram, na verdade durante todos os momentos do evento o que eu senti foi na verdade agradecimento, as oportunidades de conhecer cada um dos malucos lá presente, e de brincar com alguns amigos que também lá compareçaram valeu a pena. É o começo, talvez eles não perceberam mas eles figuram agora sem exagero algum o Hall das pessoas que fazem todo o nerd se sentir bem, pessoas que em prol de gostar de algo se esforçam se unem, trabalham e se juntam e se divertem sem a busca de nenhum retorno. Merecem esse post, e merecem todos os agradecimentos, que vieram logo após o evento.

Além disso, devo parabenizar cada uma das pessoas do evento, a Sayuri que me convidou e que estava lindissima de Lucy *–*, o Kratos que mereceu o prêmio de melhor Cosplay, a Anna Paula (que além de ser da organização fez um cosplay que ó ‘—‘), O Minecraft, o Minecraft Full, e o Creeper, os dois Luffy, o Sanji, e é claro a galera com quem eu mais brinquei a galera do Swordplay. Mas é só o começo, essa galera tem muito caminho a andar, em breve se tudo der certo o evento cosplay vai ser só um dos eventos da agenda, e cada dia mais os Nerds desse morro alto onde se reunem os amigos (Só os pé vermeio entenderão) vão sentir orgulho de ser daqui.

OBS: Parabéns para a galera que fez o vídeo ficou top ^^

Para quem quiser segue no leia mais todas as fotos do evento que consegui minerar lá do album da Nana Chagas:

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Memories – Feliz dia do Amigo – Feliz Aniversário R&C Ltda

Dia 15 de Julho de 2011, iniciavamos o Meu Patrocinador, eu Lucas Rueles da Cunha, e ele Rafael Guimarães Marques, dois MOLEQUES, indignos de usar a Farda Pedra, digo a Alcunha de Escritores, e continuamos, nos esforçamos, escrevemos, divulgamos, ninguém nos viu, mas algumas pessoas chegaram até a gente, a gente cresceu, e chegamos perto de sermos uns ASPIRA DE MERDA, e agora vamos continuar, tiramos uma semana de férias mas agora é hora de voltar.

Ontem foi dia do amigo, e acho que essa música diz bem para mim o que é amizade, a partir de hoje estamos de volta, a partir de segunda com nova programação Ok?

O Abismo

Tentar acordar um astro do rock é mais ou menos como tentar ensinar uma Tartaruga Gigante de Galápagos a transar. Você pode gastar o tempo que quiser tentando, mas não surtirá efeitos. E, eventualmente, ele acordará por conta própria.

Mas aquele era o trabalho de Thomas Holmes, e ele tentou, pela oitava vez no dia, acordar Gorgon, o bateirista da banda internacionalmente famosa Gut Explosion. Ele tentava diariamente ser criativo na tarefa como uma maneira de transformar o trabalho em algo menos monótono, mas estava ficando sem criatividade desde que acordara o mesmo Gorgon com uma mistura de gemada de ovo de pato, uma orquestra sinfônica e um Peixe-Palhaço. Desnecessário dizer que Gorgon não só não acordara, como a orquestra se aposentara ao descobrir não conseguir produzir um som mais alto do que o ronco do percursionista. Além disso, ele ainda não tinha certeza de que fim levara o peixe.

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